Postagens

Mostrando postagens de Agosto, 2021

Tempo, ordinário e eternidade

Imagem
  Por Aender Borba 📖 Eclesiastes 3:13  “compreendi que comer, beber e desfrutar do seu trabalho é um presente de Deus”. A consciência não é formada só do imediato. Se fosse assim, estaríamos presos a um presente eterno (igual os animais). Somos dotados de capacidades cognitivas como: pensamento, percepção, sistema sensorial, percepção estética, social... se considerássemos apenas esses atributos da mente, poderíamos pensar que tempo é uma experiência subjetivista, mas não seria suficiente para dar sentido à vivência do tempo: como, quanto e onde investimos nosso tempo. O tempo, segundo Agostinho, não pode medir a eternidade. Tempo e eternidade são dimensões incomensuráveis. A eternidade está acima de todo tempo, "nela, [...] ao contrário, nada passa, tudo é presente, ao passo que o tempo nunca é todo presente. Esse tal, verá que o passado é impelido pelo futuro e que todo o futuro está precedido dum passado, e todo o passado e futuro são criados e dimanam d’Aquele que sempre é pr

Espiritualidade nas tempestades

Imagem
 Esta foi a primeira mensagem que proferi na Segunda conferência de Jovens da Igreja Presbiteriana de Brasília.  Que Deus possa falar aos vossos corações pode meio de Sua Palavra!

O serviço em meio as tempestades

Imagem
 Mensagem que proferi no encerramento da Segunda Conferência de Jovens da Igreja Presbiteriana de Brasília.  Espero que abençoe também a tua vida! 

Do que a tua alma tem sede?

Imagem
 Por Aender Borba A imagem aqui é muito mais forte do que normalmente estamos acostumados a visualizar. O angustiante bramir do cervo [a fêmea, no texto original] aprece de forma ardente e sanguínea. Esse animal sofre muito com a sede nas regiões orientais. Quando carente de água e incapaz de encontrá-la, ele faz um ruído lamentoso e ansiosamente busca as águas frescas; especialmente quando perseguido por caçadores [predadores] no deserto seco e escaldante, ele procura o manancial de água com intenso anseio e bravamente mergulha nele com avidez, tão logo tenha alcançado suas tão desejadas margens, uma vez extinta sua sede e escapado de seus mortais perseguidores. Quando nossas enfermidades se manifestam em grande escala e, como as ondas do mar, ameaçam tragar-nos, nossa fé parece desfalecer, e consequentemente tendemos a sucumbir pelo temor de que nos falte coragem, e assim receamos enfrentar o conflito. Dois males específicos surgem e por mais diferentes que sejam, assaltam ao mesmo t