Como é grande a nossa miséria

Por Aender Borba

Na cultura contemporânea existe a ideia de que “as pessoas são boas, e que o todo desvio comportamental e moral é resultado do meio em que elas vivem”. Bastando a cada sujeito ter acesso a boa uma educação acadêmica, recursos financeiros, boas oportunidades e eles serão capazes de fazer o bem e de “dar certo na vida”. A Bíblia ensina que o desejo desorientado, quando alimentado pela cobiça, aflora a corrupção humana; tendo oportunidade de escolher o mal, essa é sempre a primeira opção. Todos estão “debaixo do pecado”; sem Cristo, todo mundo está escravizado pelo pecado, ninguém é autonomamente livre para fazer o bem.

Considerar que o controle da vida pode ser alcançado à revelia da vontade de Deus é o maior engano que acompanha a humanidade desde a queda. O Evangelho diz que não podemos fazer nada sem Cristo! Sem ele não há vida! Sem a Luz que veio ao mundo, permanecemos nas trevas de nossos desejos e paixões desorientados.

A grande ilusão do pecado é nos fazer acreditar em um falso diagnóstico a respeito de nós mesmos sobre nossa condição. Nossas obras são lixo e insuficientes para nos salvar. A necessidade de um Salvador, que alguns acreditam estar em si mesmos e em suas competências em em "pessoas boas", revela como é grande a nossa miséria.

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