O amor conjugal

 Por Aender Borba


Lendo "O mar me contou" de Cláudio García Pintos, deparei-me com esse lindo capítulo sobre o amor conjugal. 
A sintese que ele apresenta é sensacional, mas as explicações me chamaram ainda mais atenção para algo absolutamente necessário para se apreender esse amor: ele só acontece numa relação sujeito-sujeito (EU-TU).


Fomos treinados a admitir como a verdade expressões como: "metade da laranja", "você me completa", "ela tem o que falta em mim", etc ... mas há um problema aqui. O amor não é um analgésico para minhas insuficiências ou carências, pois o somatório de insuficiências resulta em mais insuficiência e não em complementação. Duas pessoas completas, quando se amam, não perdem sua integridade e sua identidade, pelo contrário, quanto mais inteiras, mais capazes serão de se doar um para o outro. Como cordas de um violão, que devem ter sua própria tensão, afinação e seu lugar próprio e soarem harmonicamente.


  


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